Pelos espíritos Caboclo Boiadeiro Zé do Laço e Caboclo 7 Montanhas,
Em 06/02/09,
Psicografia de Mãe Vanessa Cabral
Mensagem alusiva ao aniversário de 3 anos de fundação do TUPB
Em 06/02/09,
Psicografia de Mãe Vanessa Cabral
Mensagem alusiva ao aniversário de 3 anos de fundação do TUPB
Eita, esse ano a palavra é minha,
vou contar a história de uma dona e sua escrivaninha...
Todo dia, ela sentava lá pra escrever
e às vezes lá ficava “inté” o sol nascer.
Registrava tudo o que acontecia com ela,
mas deixava de fazer a coisa certa...
O mais importante não era ter consciência de tudo que escrevia
e sim, colocar em prática tudo que sabia.
O dia seguinte, acabava sendo igual ao anterior
e lá estava a dona, escrevendo novamente sobre aquela dor.
O corpo ficava aliviado,
mas o espírito, cada vez mais endividado!
Uma voz soprou baixinho,
dizendo que era pra ela se desapegar do ninho...
E que quando ela partisse o problema ia continuar,
pois iria com ela pra qualquer lugar...
Sempre desprezava aquela voz,
preferia ouvir o que tinha de mais feroz!
Naquela noite ela não escreveu,
partiu pra Aruanda pra estar com os seus...
Xangô perguntou pra ela: Por que a senhora não fez o que devia fazer?
E ela respondeu: Fiz sim, tá tudo anotado no meu diário, é só o senhor ler!
Tá querendo dizer que pra mim algo passou despercebido?
É... Acho que de mim, o senhor já tinha se esquecido...
Mas todos os dias, eu ia te encontrar...
Pra dizer mais uma vez: filha não deixe nada em branco passar!
Mas nenhuma folha em branco ficou!
Pois é, mas nada daquilo que escreveu você praticou...
Vocês da Terra, pensam que muito saber vai resolver.
Acumulam conhecimento e depois botam tudo a perder!
O que importa, não é o que está escrito...
Como diria Zé do Laço, não importa a quantidade de cabrito!
O que importa mesmo é a boa ação
e pra isso, não há nada melhor que cultivar a fé no coração.
O que você tá procurando em mim?
O “livro de registro” que todos dizem possuir...
Quem sou eu pra brincar de Deus!
Apenas cumpro com a tarefa que Ele me concedeu...
A misericórdia Divina nos dá tantas oportunidades,
que é pra acabar de vez com as desigualdades.
Mas nós insistimos em não aproveitar
e ainda pior, queremos da oportunidade do outro nos apossar!
Bom, mas também não adianta ficarmos aqui nesse blá, blá, blá...
Siga com o “nêgo” Tião e vá se preparar!
Daqui a pouco, à Terra iremos baixar...
Um escravo irá me preparar?
Onde está a mucama deste lugar?
É sobre isso mesmo que irá aprender...
A mucama a partir de agora é você!
Que é pra aprender que estamos no mundo apenas pra servir
e tudo que temos nos foi concedido pra que possamos dividir!
Mas não foi pra isso que à Igreja eu pagava!
Onde está aquele padre que morreu não querendo nada com nada?
Ele me prometeu, dizendo que quando eu morresse
iria ter tudo o que eu merecesse!
E agora, estou mais uma vez no meio daqueles que tanto odiava,
isso só pode ser feitiçaria daquela escrava safada!
Contenha-se Sinhá Condessa!
Não se esmoreça...
O Padre acertou nas palavras
e foi a senhora que não praticou o que a Bíblia falava!
Graças àquela escrava que você nasceu...
Já se esqueceu que foi na senzala que você sobreviveu?
A tua pele pode ser branca, mas o teu sangue é de “nêgo”!
Na verdade, você nunca se aceitou... Pra que tanto preconceito?
Foi criada na casa grande e recebeu um título para os escravos ajudar...
Desperdiçou uma encarnação com o que da “bastarda” iriam falar!
Aproveitou-se daqueles que não devia explorar
e quando ficava na pior, ia correndo pedir pra um nêgo te rezar!
Portando, vê se aprende algo com o nêgo Tião,
aquele que foi o Conde, o senhor seu marido nesta última encarnação!
E é assim que com todos “suncês” peão comemora,
ai minha Nossa Senhora, dessa vez quase que o vaqueiro chora...
É muita emoção,
poder partilhar com “suncês” mais uma lição!
Eh boi, o vaqueiro chora...
A bença, Nossa Senhora!
Eh boi, o vaqueiro chora...
Adeus, eu já vou-me embora!
Com meu Pai Oxoce, eu vou
pra junto de Deus, Nosso Sinhô! (bis)
Debaixo de um pé de Ipê,
Eu vi um Caboclo crescer!
Não tinha bodoque não...
Era seu 7 Montanhas filho de Ubiratan!
vou contar a história de uma dona e sua escrivaninha...
Todo dia, ela sentava lá pra escrever
e às vezes lá ficava “inté” o sol nascer.
Registrava tudo o que acontecia com ela,
mas deixava de fazer a coisa certa...
O mais importante não era ter consciência de tudo que escrevia
e sim, colocar em prática tudo que sabia.
O dia seguinte, acabava sendo igual ao anterior
e lá estava a dona, escrevendo novamente sobre aquela dor.
O corpo ficava aliviado,
mas o espírito, cada vez mais endividado!
Uma voz soprou baixinho,
dizendo que era pra ela se desapegar do ninho...
E que quando ela partisse o problema ia continuar,
pois iria com ela pra qualquer lugar...
Sempre desprezava aquela voz,
preferia ouvir o que tinha de mais feroz!
Naquela noite ela não escreveu,
partiu pra Aruanda pra estar com os seus...
Xangô perguntou pra ela: Por que a senhora não fez o que devia fazer?
E ela respondeu: Fiz sim, tá tudo anotado no meu diário, é só o senhor ler!
Tá querendo dizer que pra mim algo passou despercebido?
É... Acho que de mim, o senhor já tinha se esquecido...
Mas todos os dias, eu ia te encontrar...
Pra dizer mais uma vez: filha não deixe nada em branco passar!
Mas nenhuma folha em branco ficou!
Pois é, mas nada daquilo que escreveu você praticou...
Vocês da Terra, pensam que muito saber vai resolver.
Acumulam conhecimento e depois botam tudo a perder!
O que importa, não é o que está escrito...
Como diria Zé do Laço, não importa a quantidade de cabrito!
O que importa mesmo é a boa ação
e pra isso, não há nada melhor que cultivar a fé no coração.
O que você tá procurando em mim?
O “livro de registro” que todos dizem possuir...
Quem sou eu pra brincar de Deus!
Apenas cumpro com a tarefa que Ele me concedeu...
A misericórdia Divina nos dá tantas oportunidades,
que é pra acabar de vez com as desigualdades.
Mas nós insistimos em não aproveitar
e ainda pior, queremos da oportunidade do outro nos apossar!
Bom, mas também não adianta ficarmos aqui nesse blá, blá, blá...
Siga com o “nêgo” Tião e vá se preparar!
Daqui a pouco, à Terra iremos baixar...
Um escravo irá me preparar?
Onde está a mucama deste lugar?
É sobre isso mesmo que irá aprender...
A mucama a partir de agora é você!
Que é pra aprender que estamos no mundo apenas pra servir
e tudo que temos nos foi concedido pra que possamos dividir!
Mas não foi pra isso que à Igreja eu pagava!
Onde está aquele padre que morreu não querendo nada com nada?
Ele me prometeu, dizendo que quando eu morresse
iria ter tudo o que eu merecesse!
E agora, estou mais uma vez no meio daqueles que tanto odiava,
isso só pode ser feitiçaria daquela escrava safada!
Contenha-se Sinhá Condessa!
Não se esmoreça...
O Padre acertou nas palavras
e foi a senhora que não praticou o que a Bíblia falava!
Graças àquela escrava que você nasceu...
Já se esqueceu que foi na senzala que você sobreviveu?
A tua pele pode ser branca, mas o teu sangue é de “nêgo”!
Na verdade, você nunca se aceitou... Pra que tanto preconceito?
Foi criada na casa grande e recebeu um título para os escravos ajudar...
Desperdiçou uma encarnação com o que da “bastarda” iriam falar!
Aproveitou-se daqueles que não devia explorar
e quando ficava na pior, ia correndo pedir pra um nêgo te rezar!
Portando, vê se aprende algo com o nêgo Tião,
aquele que foi o Conde, o senhor seu marido nesta última encarnação!
E é assim que com todos “suncês” peão comemora,
ai minha Nossa Senhora, dessa vez quase que o vaqueiro chora...
É muita emoção,
poder partilhar com “suncês” mais uma lição!
Eh boi, o vaqueiro chora...
A bença, Nossa Senhora!
Eh boi, o vaqueiro chora...
Adeus, eu já vou-me embora!
Com meu Pai Oxoce, eu vou
pra junto de Deus, Nosso Sinhô! (bis)
Debaixo de um pé de Ipê,
Eu vi um Caboclo crescer!
Não tinha bodoque não...
Era seu 7 Montanhas filho de Ubiratan!