
Pelo espírito Caboclo Pena Branca
em 15/06/08,
psicografia de Mãe Vanessa Cabral
em 15/06/08,
psicografia de Mãe Vanessa Cabral
Filhos meus, não façam do trabalho mediúnico uma empolgação.
Para muitos, a mediunidade pode parecer uma novidade. Ledo engano, pois ela é inata a todo ser, inclusive os animais.
O que faz uma obra não é o obreiro propriamente dito, e sim o compromisso para com toda a arquitetura física e astral. Cabe a cada um uma parte, da mesma forma que cabem a todos, todas as partes.
É o momento sublime, o êxtase da evolução quando o Eu deixa de existir e o Nós passa a suprimir.
Sem responsabilidade, o que chamam de compromisso torna-se meramente um convívio social, onde ambas as partes acabam vampirizando-se numa dança simbiótica de trocas de favores.
Portanto, façam uma análise de vós mesmos e não dos irmãos da seara, a fim de que possam evitar maiores constrangimentos perante o Pai.
Uma obra social – e tudo assim o é –, já que estão e sempre estarão em sociedade, ressoará em algum nível a mediunidade, mesmo que muitos dentre vós possam não ter consciência disto. Afinal, não são os filhos que influenciam a nós, espíritos. A abóboda celeste é quem influencia todos os seres da galáxia.
Agora, mais conscientes desta verdade, percebam que a mediunidade é o dia-a-dia e não deve existir sem a reforma íntima. Enquanto não ocorrer o burilamento interior, não haverá mediunidade como deveria ser e também a alma não irá enaltecer. O que pode haver e é o que muitas das vezes há – uma sombra –, onde muitos pensam que estão para se refrescar.
“É como um abraço apertado onde o chakra do coração se encontra, mas o chakra da 3ª visão para outro lado aponta”, diria o companheiro Zé do Laço.
Em mediunidade ou evolução, só se pode caminhar para uma direção, o progresso.
Que a estrela matutina brilhe, irradiando através da vontade de cada um de vós.
Não permitam que as luzes os assustem mais que as trevas.
Como disse o Nazareno, “sois Deuses”!
Sem responsabilidade, o que chamam de compromisso torna-se meramente um convívio social, onde ambas as partes acabam vampirizando-se numa dança simbiótica de trocas de favores.
Portanto, façam uma análise de vós mesmos e não dos irmãos da seara, a fim de que possam evitar maiores constrangimentos perante o Pai.
Uma obra social – e tudo assim o é –, já que estão e sempre estarão em sociedade, ressoará em algum nível a mediunidade, mesmo que muitos dentre vós possam não ter consciência disto. Afinal, não são os filhos que influenciam a nós, espíritos. A abóboda celeste é quem influencia todos os seres da galáxia.
Agora, mais conscientes desta verdade, percebam que a mediunidade é o dia-a-dia e não deve existir sem a reforma íntima. Enquanto não ocorrer o burilamento interior, não haverá mediunidade como deveria ser e também a alma não irá enaltecer. O que pode haver e é o que muitas das vezes há – uma sombra –, onde muitos pensam que estão para se refrescar.
“É como um abraço apertado onde o chakra do coração se encontra, mas o chakra da 3ª visão para outro lado aponta”, diria o companheiro Zé do Laço.
Em mediunidade ou evolução, só se pode caminhar para uma direção, o progresso.
Que a estrela matutina brilhe, irradiando através da vontade de cada um de vós.
Não permitam que as luzes os assustem mais que as trevas.
Como disse o Nazareno, “sois Deuses”!